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As crianças da Creche Madre Tereza de Saldanha e do Cemei Professora Ana Maria Cabral dos Santos (turmas G1, G2, G3 e G4) retornam para a escolinha no dia 23 de janeiro. Já os alunos de pré até o nono ano retornam às atividades escolares no dia 06 de janeiro. 

 

Sejam todos bem-vindos ao ano letivo 2019! 

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A Rede Municipal de Educação participou da 1ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas – OBMEP - Nível A. Esta modalidade é para alunos de 4º e 5º anos do Ensino Fundamental e já na primeira edição, os estudantes se destacaram. A Administração Municipal parabeniza as escolas, os diretores, os professores e todos que compõem a Rede Municipal, principalmente os alunos pela dedicação e empenho.

Nas quatro escolas municipais de Borda da Mata, os alunos com as maiores pontuações em cada sala receberam do prefeito André e da diretora municipal de Educação Nice, kits personalizados como incentivo pelo bom resultado. Dentre as maiores notas, cinco alunos gabaritaram a prova e alcançaram a nota máxima.

 

São os estudantes:

Na Escola Municipal Professora Diva Ribeiro

Yankee Cantuária Pereira – 4º ano A – professora Rosilei

Jhonathan Willian Borba Godoi – 4º ano A – professora Rosilei

Paola Dias Pereira – 4º ano B – professora Érica

Matheus Gabriel Ribeiro Rosa – 4º ano B – professora Érica

Heloiza de Oliveira Lima – 4º ano C – professora Angélica

Arthur Benites Soares – 5º ano A – professora Dalva

 

Na Escola Municipal Antônio Marques da Silva

Sabrina Pereira Andrade – 4º ano – professora Claudiane

Gabriel Alcântara – 5º ano – professora Wéllena

Ana Clara de Lima – 5º ano – professora Wéllena

Kaylaine Vitória da Silva – 5º ano – professora Wéllena

Kauãn de Lima Caetano – 5º ano – professora Wéllena

 

Na Escola Municipal Benedita Braga Cobra

Matheus Pereira Verni – 5º ano – professor Fernando

 

Na Escola Municipal Francisco de Souza Costa

Marcos Vinicius de Moraes Ferreira – 4º ano A – professora Rosenéia

Lavynia Emanuele Albano – 4º ano B – professora Izabel

Luiz Guilherme Feliciano Araújo – 5º ano A – professora Rosa

Viviam de Fátima Martins – 5º ano A – professora Rosa

Gustavo Fernandes do Couto – 5º ano B – professora Pricila

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De acordo com o cálculo divulgado pela AMM (Associação Mineira de Municípios), em 05/12/2018, a dívida do Estado de Minas Gerais apenas com Borda da Mata é de R$ 5.641.190,51 (cinco milhões, seiscentos e quarenta e um mil, cento e noventa reais e cinquenta e um centavos).

A situação é tão grave que 90% dos municípios mineiros (de um total de 853) estão com dificuldade até para pagar os servidores. Em Borda da Mata, o salário tem sido pago dentro do mês trabalhado desde os últimos 23 meses, quando a atual administração assumiu. Em dezembro, foi paga a primeira parcela do 13º no dia 14/12 e a segunda parcela sai até o último dia útil do mês. Já o salário de dezembro deve ser pago na primeira semana de janeiro.

De acordo com o prefeito André, esse valor devido pelo Estado atrasou a execução de muitos projetos de obras e serviços para Borda da Mata. Do total de 5,6 milhões, mais de 2 milhões de reais não recebidos são do FUNDEB (Fundo da Educação Básica), o que poderia ter sido usado para a reforma da Escola Municipal Francisco de Souza Costa. Espera-se que em 2019, os repasses constitucionais sejam regularizados.

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A Prefeitura por meio do Departamento Municipal de Educação publicou, no dia 13/12, edital de convocação para estudantes universitários e de cursos técnicos profissionalizantes que utilizam o transporte escolar intermunicipal para Pouso Alegre, Inconfidentes e Ouro Fino. 

Todas as informações referentes a número de vagas, documentação, requisitos e critérios de seleção estão disponíveis no edital, o qual está publicado neste site, em Publicações/Educação/Editais. As inscrições acontecem de 02 a 18 de janeiro no Departamento Municipal de Educação. 

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Durante a semana de 19 a 24 de novembro e nos dias 28 e 29 de novembro, a equipe de dentistas e auxiliares da Secretaria Municipal de Saúde percorreram as quatro escolas municipais, Creche, Cemei e as escolas dos distritos Cervo e Sertãozinho para apresentar o teatro de fantoches que conta, de maneira divertida, como cuidar da saúde bucal. Além da historinha, a equipe do Setor de Odontologia também fala sobre a maneira correta de realizar a escovação dos dentes, alimentação saudável e no final da apresentação, distribuem kits com escova, creme e fio dental.

O evento acontece todos os anos e denomina-se Semana Odontológica, com o objetivo de atuar na prevenção de cáries e outras doenças que afetam os dentes.

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O casal de contadores de histórias Socorro e Lúcio Lacerda trouxeram para Borda da Mata o projeto “Conte lá que eu conto cá”. Em parceria com o Departamento Municipal de Educação, três escolas receberam as atividades. No dia 22/11, o turno da manhã foi com os alunos da Escola Municipal Antônio Marques da Silva, no bairro Santa Cruz. Na parte da tarde, foi a vez das crianças da Escola Municipal Francisco de Souza Costa, no bairro Nossa Senhora de Fátima. No dia 23/11, os dois períodos foram dedicados aos alunos da Escola Municipal Professora Diva Ribeiro dos Santos, no bairro Santa Rita.

Com o objetivo de incentivar a prática de contar histórias, estimular a audição, provocar sentimentos e emoções através das histórias contadas e seus personagens, desenvolver a criatividade e a imaginação e encorajar os alunos a reconhecerem que suas histórias de vida são boas histórias a serem contadas, as atividades são desenvolvidas com recursos pedagógicos e lúdicos, como uma mala com objetos diversos: fantoches, avental, tapetes, máscaras, colcha de retalhos. Além de rodas de conversas para integração e interação entre todos. Os alunos adoraram as histórias e o modo de contá-las por Socorro Lacerda de Lacerda.

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A primeira edição do Festar Literário de Borda da Mata em 2018 homenageou o escritor bordamatense Donizete Galvão. Para o evento que aconteceu de 9 a 11 de novembro, a Rede Municipal de Educação estudou e preparou trabalhos sobre a vida e obra do escritor homenageado. De acordo com a diretora de Administração e Finanças da Prefeitura, Marília Duarte Lopes Sáber, o Festar é um projeto que tem por objetivo fomentar o turismo, a cultura e o esporte de Borda da Mata. “O Festar Literário é o eixo cultural do festival e a homenagem a Donizete Galvão, poeta da terra, só enriqueceu o evento. Donizete poetizou a nossa realidade interiorana, rural e levou Borda da Mata para a literatura brasileira. Apesar disso, muitos bordamatenses não conheciam sua vida e sua obra. Conseguimos, com o Festar, apresentar Donizete Galvão para 2 mil alunos e para quase 200 profissionais da Educação. Acredito que só por isso, já tenha sido muito válido”.

 Lançamento do livro inédito de Donizete Galvão

Com a participação ativa de Ana Tereza Marques, viúva do escritor e também bordamatense, cerca de 20 poetas, jornalistas e artistas, amigos de Donizete visitaram Borda da Mata para participar da homenagem durante o sarau de abertura, no dia 09/11/18, no Colégio Nossa Senhora do Carmo. Além da presença de familiares e da editora Martelo, a qual fez o lançamento do livro inédito “O antipássaro” durante o evento.

 

Durante o sarau de abertura, na noite de sexta-feira, o evento contou com apresentações da Casa do Piano com a professora Maria Rita Costa Bertolaccini, as alunas da Escola Municipal Professora Diva Ribeiro dos Santos, Isabelly Maria do Couto Costa recitou o poema “A vida de um poeta” e Lavínia Salomé Raick Silva o poema “Donizete Galvão”, escrito em sala de aula durante os estudos sobre o projeto. Os alunos do Fundamental II da Escola Municipal Benedita Braga Cobra apresentaram a peça “A turma do Chaves em ‘Quem foi Donizete Galvão’” e arrancaram aplausos e gargalhadas do público. Os alunos do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Nossa Senhora do Carmo apresentaram “O senhor dos guizos”.

 

Com a presença de Tarso De Melo, Ruy Proença, Sônia Barros, Carlos Machado, Fabio Weintraub, Pádua Fernandes, Miguel Jubé, Diana Junkes, Luíza Mendes Furia, Reynaldo Damazio, Priscila Figueiredo, Leusa Araujo, Regina Pereira, Fábio Camarneiro, Alexandre Bonafim , Celso De Alencar e Josias Padilha, o sarau teve seu ápice com a recitação de poesias de Donizete e relatos sobre seu estilo de escrita e amor pela terra natal, muito presente em seus versos.  Uma homenagem à mãe e à esposa de Donizete Galvão, respectivamente, Maria Aparecida de Souza, conhecida como Dona Guinha, e Ana Tereza Marques encerraram o evento.

 

Na sexta-feira durante o dia, aconteceram ainda as oficinas com a poeta, crítica literária e professora de literatura na Universidade Federal de São Carlos, Diana Junkes. Na parte da manhã, as atividades aconteceram com as crianças da Escola Municipal Antônio Marques da Silva, no bairro Santa Cruz. Na parte da tarde, as atividades seguiram com os professores da Rede Municipal na Escola Municipal Professora Diva Ribeiro dos Santos.

 

No dia 10/11, sábado, a manhã cultural foi cheia de experiências literárias durante a exposição e apresentação de trabalhos, preparados pela Rede Municipal de Educação de Borda da Mata. Trabalhos manuais incríveis foram expostos na Praça Nossa Senhora do Carmo, além disso, o Coreto também recebeu apresentações de danças, recitações e música. O ator Josias Padilha e a escritora Sônia Barros participaram também com a contação de histórias entre as crianças, as quais também concorreram em sorteio e receberam livros infantis do escritor homenageado.

No domingo, a programação literária foi encerrada com a peça teatral apresentada pelo grupo “Velha Guarda da Diva”, formado por professoras aposentadas da Rede Municipal, a qual também arrancou aplausos e gargalhadas do público. De acordo com Ana Tereza, toda a família e rede de amigos de Donizete Galvão ficaram emocionados e encantados com o Festar Literário “Vocês estão de parabéns, nossos amigos estão voltando encantados. (...) Gostaram da hospedagem, dos pijamas – e compraram muitos, dos queijos, doces. (...) Adoraram nossa igreja, nossas praças e em especial a simpatia do povo da Borda. Mais uma vez, nossos agradecimentos a todos.”

 

De acordo com o prefeito André Carvalho Marques, trabalhar com os eixos de fomento ao esporte, turismo e cultura é dar condições para o desenvolvimento econômico, social e cultural do município. “O Festar – Festival de Arte de Borda da Mata – têm feito exatamente a valorização do que é nosso, em meio as dificuldades financeiras, o trabalho e a criatividade dos setores e departamentos envolvidos, além  da comunidade, têm impactado grande resultado no dia a dia das pessoas.”

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Diante da forte crise financeira que a Prefeitura de Borda da Mata e mais 852 prefeituras no Estado enfrentam, pela falta de repasses constitucionais do Governo de Minas, desde o início do ano, os serviços essenciais têm sido mantido com recursos próprios. A dívida do Governo com Borda da Mata é de quase R$ 4 milhões e meio de reais, o que poderia ser investido em obras e serviços, nos diversos setores e departamentos.

Mesmo com a gestão de recursos próprios com muita responsabilidade e cautela, o recurso disponível para pagamento integral das empresas que fazem o transporte intermunicipal é suficiente até dia 14/11/2018. A decisão foi comunicada em reunião entre o Departamento Municipal de Educação, o Controle Interno e as empresas de transporte no dia 08/11.

Para os dias restantes do ano letivo, os alunos deverão entrar em acordo com as próprias empresas. Dos 10 meses de aula, apenas o último terá o pagamento pelos estudantes. Uma decisão necessária, porém muito cautelosa, a fim de não prejudicar nem estudantes, nem fornecedores e muito menos os serviços essenciais prestados pela Prefeitura. 

 

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A síndrome mão-pé-boca é uma doença altamente contagiosa que ocorre mais frequentemente em crianças com menos de 5 anos, mas também pode acontecer em adultos, e é causada pelo vírus do grupo coxsackie, que pode ser transmitido de pessoa para pessoa, através da tosse, espirros e saliva e do contato direto com bolhas que tenham estourado. Uma única criança doente pode contaminar várias outras, por isso, é importante que a criança infectada NÃO VÁ A ESCOLA no período de 7 dias, em média.

Geralmente, os sintomas da síndrome mão-pé-boca só surgem após 3 a 7 dias da infecção pelo vírus e incluem febre superior a 38ºC, dor de garganta e falta de apetite. Após 2 dias do surgimento dos primeiros sintomas, aparecem aftas dolorosas na boca e bolhas nas mãos, pés e, por vezes, na região íntima, que podem coçar.

Para garantir a saúde das crianças, dos pais e dos funcionários da Creche Municipal Madre Tereza de Saldanha, após avaliação e laudo técnico do Setor de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde, as aulas serão suspensas do dia 08/11/2018 até 14/11/2018, como medida preventiva, para que casos isolados não se tornem uma epidemia. Os pais e responsáveis estão sendo avisados nos dias 6 e 7 de novembro para que possam organizar a rotina. Com o feriado de 15/11 e final de semana, as atividades da Creche retornam no dia 19/11/2018.

O tratamento da síndrome mão-pé-boca deve ser orientado pelo pediatra ou clínico geral e pode ser feito com remédios para a febre e anti-inflamatórios, com o objetivo de aliviar os sintomas.

O Departamento de Educação prioriza a segurança, a saúde e a qualidade dos serviços prestados, por isso, durante os 7 dias de interdição, os funcionários vão atuar fortemente na higienização do local e de todos os objetos para controle do vírus já deixado pelas crianças infectadas.

 

 

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Atualizado em 05/11/2018

O Festar Literário 2018 tem início no dia 09 de novembro com oficinas ministradas pela poeta e crítica literária Diana Junkes na Escola Municipal Antônio Marques da Silva, no período da manhã, destinada às crianças. No período da tarde, acontecem mais duas oficinas com a poeta na Escola Municipal Professora Diva Ribeiro dos Santos, destinada a professores e também ao público que pode se inscrever no Departamento de Educação para participar. 

A abertura oficial do evento acontece às 19h, com o sarau, em que a obra inédita do escritor bordamatense Donizete Galvão vai ser lançada "O antipássaro", vão acontecer apresentações de alunos e a participação de escritores, jornalistas e artistas brasileiros, amigos de Donizete, que farão homenagens ao poeta da terra.

O evento segue no sábado, a partir das 8h, com apresentação e exposição de trabalhos realizada pelos alunos e professores da Rede Municipal, os quais estão estudando a vida e a obra de Donizete Galvão. A programação também inclui praça de alimentação com food trucks e apresentações culturais no Coreto, entre elas, contação de histórias com Josias Padilha e leitura de poesia infantil com Sônia Barros, além de venda do livro "O antipássaro" e sorteio de diversos títulos infantis de Donizete. No domingo, a partir das 9h, o Festar Literário continua com os food trucks, uma exposição de carros antigos (visitação: 2kg de alimento não perecível) e apresentação de teatro. Toda a programação de sábado e domingo acontece na Praça Nossa Senhora do Carmo.



CONHEÇA OS PARTICIPANTES:

TARSO DE MELO é advogado e professor, com doutorado em Filosofia do Direito (USP). É colunista do site da revista Cult e colaborador de diversos periódicos. É autor de vários livros de poesia; entre os mais recentes estão “Íntimo desabrigo” (2017) e “Alguns rastros” (2018). Com Paulo Ferraz, organizou a edição de “O antipássaro”, livro inédito de Donizete Galvão, e atualmente cuida da organização da obra reunida do poeta de Borda da Mata, a sair em 2019.

 

RUY PROENÇA participou de diversas antologias de poesia, com publicações no Brasil, França, Argentina, Portugal e Estados Unidos. É autor dos livros de poesia "Pequenos séculos" (Klaxon, 1985), "A lua investirá com seus chifres"(Giordano, 1996), "Como um dia come o outro" (Nankin, 1999), "Visão do térreo" (Editora 34, 2007), "Caçambas" (Editora 34, 2015) e dos poemas infantojuvenis de "Coisas daqui" (Edições SM, 2007). Atualmente prepara um livro de poemas em prosa.

 

SÔNIA BARROS é poeta e autora de literatura infantil e juvenil, com 22 livros publicados. Em 2014 seu livro "Fios" (dedicado a Donizete Galvão) venceu o Prêmio Paraná de Literatura na categoria Poesia, e foi um dos semifinalistas do Prêmio Oceanos de Literatura 2015. Seu livro infantil "Tatu-balão" recebeu o selo Altamente Recomendável da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) 2015. "Tatu-balão" foi selecionado para a campanha “Leia para uma criança” realizada pela Fundação Social do Itaú. Em 2017, Sônia Barros venceu pela segunda vez o Prêmio Paraná de Literatura na categoria Poesia com o livro inédito "Tempo de dentro", que foi publicado em 2018 pela Biblioteca Pública do Paraná.

 

CARLOS MACHADO nasceu na Bahia e vive em São Paulo, onde se formou e atuou como jornalista em diversos periódicos. Publicou as coletâneas de poesia “Tesoura cega” e “Pássaro de vidro”. É também autor do livro de poemas para crianças “Cada bicho com seu capricho”. Seu título mais recente é "A mulher de Ló" (2018).

 

FABIO WEINTRAUB é doutor em Letras pela USP. Editor, crítico e poeta, publicou os livros de poemas "Novo endereço" (2002), "Baque" (2007), "Treme ainda" (2015) e "Falso trajeto" (2016), entre outros títulos.

 

PÁDUA FERNANDES é doutor em Direito pela USP e pós-doutorando em Letras pela Unicamp. Professor, crítico e poeta, publicou, entre outros títulos, "O palco e o mundo" (Poemas, 2002), "Cinco lugares da fúria" (Poemas, 2008), "Cálcio" (Poemas, 2012) e "Cidadania da bomba" (Contos, 2015).

 

MIGUEL JUBÉ é natural de Goiânia, Goiás. Concentra seus estudos em poesia luso-brasileira (com ênfase na produção goiana) e estética e filosofia da arte. Foi professor de Língua Portuguesa e Literatura para o ensino básico do Estado de Goiás e professor substituto para os ensinos básico e superior do Instituto Federal de Goiás. É doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Goiás e coordenador da Martelo casa editorial. Recebeu em 2014 o Prêmio Literário AICL Açorianidade, por seu poemas de Minimemórias (Porto, Calendário de Letras, 2015/Goiânia, Caminhos, 2015). Publicou em 2017 o segundo livro de poemas, "Eugênio obliterado", pela Editora da UFG, e recebeu em 2018 o Troféu Leodegária de Jesus (Academia Goiana de Letras).

 

DIANA JUNKES é poeta e crítica literária. Nasceu em São Paulo em 1971. Atualmente, é professora de literatura na Universidade Federal de São Carlos, onde também coordena o grupo de estudos de poesia e cultura. Dedica-se ao estudo da poesia brasileira contemporânea e, particularmente, à obra de Haroldo de Campos. Dentre suas publicações destaca-se o livro "As razões da máquina antropofágica: poesia e sincronia em Haroldo de Campos", editora da Unesp/2013. Como poeta publicou em revistas eletrônicas e blogs e é autora de "Clowns cronópios silêncios" (2017) e "Sol quando agora" (2018), pela editora Urutau.

 

LUÍZA MENDES FURIA aos 16 anos publicou o primeiro livro "Madrugada e Outros Poemas" numa edição particular. Em 1980, mudou-se para São Paulo, onde se formou em jornalismo. Na área literária, participou de várias antologias. Em 1990, ficou em 2º lugar no Concurso Nacional de Literatura Cidade de Belo Horizonte. Em 2003, recebeu menção honrosa pelo livro "Incisões no Branco" – ainda inédito – no 2º Prêmio de Literatura Cidade de Juiz de Fora. Em 2013, lançou seu primeiro livro para crianças, "O Travesseiro Mágico" (Giostri). Em 2014, ficou em 3º lugar no 9º Prêmio Off Flip de Literatura, categoria poesia, e entre os 15 finalistas na categoria infantojuvenil com narrativa ainda inédita. É também tradutora de francês, italiano, inglês e espanhol e jornalista autônoma, com trabalhos publicados nos jornais Mulherio, Leia Livros, O Estado de S. Paulo, Jornal da Tarde, nas revistas Destino, Crescer, Pesquisa (Fapesp) e nos cadernos EU&Cultura e EU& Fim de Semana do jornal Valor Econômico.

 

REYNALDO DAMAZIO é editor, crítico literário, escritor e gestor cultural. Formado em ciências sociais pela USP, com especialização em propaganda e marketing pela ESPM. Foi co-editor do jornal “Caderno de Leitura”, da EdUSP, colaborador do Guia de Livros da "Folha de S. Paulo” e das revistas “Arte Brasileiros”, “Entrelivros”, “Mente e Cérebro” e “Nossa América”. É coordenador do Centro de Apoio ao Escritor da Casa das Rosas. Autor dos livros de poemas “Nu entre nuvens” (Ciência do Acidente), “Horas perplexas” (Editora 34) e “Com os dentes na esquina” (Dobradura Editorial); e organizador, com Tarso de Melo, de “Literatura e Cidadania”, “Subúrbios da caneta” (Dobradura Editorial), e “Outras ruminações”, com Tarso de Melo e Ruy Proença, entre outros. Traduziu “Calvina” (SM Editora), de Carlo Frabetti.

 

PRISCILA FIGUEIREDO é professora de Literatura Brasileira na USP. Autora de “Mateus” e “Em busca do inespecífico”, colabora no site Outras Palavras.

 

LEUSA ARAUJO é jornalista, escritora e pesquisadora de conteúdo do núcleo de teledramaturgia da Rede Globo. Estreou na literatura em 1994. Em 2017, lançou o volume de contos “Senão eu atiro – e outras histórias verídicas” (Quelônio 2017); recebeu o Prêmio Jabuti 2016 com o livro juvenil “Convivendo em Grupo” (Moderna 2016) depois de vários títulos de ficção e não-ficção, como “Ordem Sem Lugar Sem Rir Sem Falar” (Scipione 2010) e o “Livro do Cabelo” (Leya 2012).

 

REGINA PEREIRA é jornalista formada pela Escola de Comunicações e Artes (ECA-USP), trabalhou na Editora Abril. Integrante do Devotos do Rosa, grupo que divulga a obra de Guimarães Rosa em saraus, eventos literários e escolas. Participa, há 12 anos, da Roda de Leitura Guimarães Rosa, que acontece semanalmente no Instituto de Estudos Brasileiros, na USP.


FÁBIO CAMARNEIRO é doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP e mestre em Comunicação Impressa e Audiovisual pela mesma instituição. É professor adjunto na Universidade Federal do Espírito Santo – UFES, no Departamento de Comunicação Social – DEPCOM (curso de Cinema e Audiovisual) e no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Institucional – PPGPSI.

 

ALEXANDRE BONAFIM (Belo Horizonte, 1976) publicou o livro de poemas Biografia do deserto (2006) e possui vários inéditos. Além de poeta, é contista, cronista, crítico literário, mestre em Literatura Brasileira, e professor de literatauras portuguesas Universidade Estadual de Goiás - UEG. 

CELSO DE ALENCAR é poeta e declamador paraense, radicado em São Paulo desde 1972. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 70. A convite apresentou-se na Inglaterra, França e Portugal. É tradutor da poesia do nicaragüense Rubén Darío e intérprete da poesia de Mao Tse Tung. Autor de diversos títulos, entre eles Testamanentos (2003).


JOSIAS PADILHA
é um caipira criado no universo oral de uma roça que ignoraria até mesmo a energia elétrica se não conhecesse o peixe-elétrico ou aqueles perigosos riscados no céu em dias de tempestade. Mudando para um povoadinho aspirante à cidade, mas ainda sob a suave claridade da lamparina à querosene, logo descobriu que a Bíblia não era o único livro do mundo. Tinha nove anos. Ficou eufórico e, desde então, não quis mais sair da floresta encadernada.

Já tendo passado pelo magistério e pelo teatro, decidiu correr atrás dos seres engajados com a tradição da palavra alada. Cursando Letras/Francês na Universidade de São Paulo, sem perder a oportunidade de passear pelas disciplinas de outros cursos e departamentos, conheceu Regina Machado e partiu para a Europa em busca de mais referências. Durante os dois anos que morou em Paris, frequentou a cadeira de Literatura Oral da Université-Paris VII e o Atelier de la Parole d’Henri Gougaud, uma das maiores referências francesas na formação de contadores de histórias. Ao mesmo tempo percorreu a França narrando contos tradicionais brasileiros, coroando esta jornada na programação do Festival de Avignon. Ainda antes de voltar ao Brasil, viajou para a África onde participou do celébre Festival Yeleen, organizado pela Maison de la Parole de Burkina Faso, sob a responsabilidade da família de griots Kouyaté.

De volta ao Brasil, se engaja na equipe de coordenação do Encontro Internacional Boca do Céu de Contadores de histórias. E enquanto desenvolve uma pesquisa de doutorado em Estética e História da Arte na USP e na Paris 8, participa do grupo de estudos em tradição oral “Antigamente era assim”, coordenado por Regina Machado. Tendo passado pelo teatro e pela literatura, é como eterno aprendiz da arte de contar histórias que ele empresta a sua voz a muitos poetas para que os seus poemas se libertem da tinta negra cravada em papel. Principalmente da nossa pequena-grande poesia caipira.

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